4 Melhores mineradoras de criptomoedas 2020 → os mais ...

Governo da Venezuela controlará toda a mineração de Bitcoin no país, diz novo decreto

Um novo decreto publicado na segunda-feira (21) pelas autoridades da Venezuela, determina que todos os mineradores de Bitcoin (BTC) devem participar de um pool nacional, e impõe regulações em todos os aspectos da atividade.
Com a iniciativa, as autoridades anunciam legalização da mineração de criptomoedas no país.
No entanto, a medida busca centralizar e controlar cada vez mais as atividades dos mineradores, que viram na Venezuela o maior atrativo para minerar Bitcoin na América do Sul, devido à eletricidade barata e políticas econômicas deflacionárias.
https://criptonizando.com/2020/09/23/governo-venezuela-controlara-toda-a-mineracao-de-bitcoin-no-pais-diz-novo-decreto/
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Discussão sobre Criptopmoedas (Bitcoin e Altcoins). Um pouco sobre o que aprendi e como você pode conhecer mais sobre esse mundo novo.

Oi, /Brasil!
Antes de qualquer coisa gostaria de fazer um ‘disclaimer’ sobre esse post:
Não estou aqui para fazer aquele marketing “Olhe como em apenas 5 passos você pode ficar muito rico!!”. Eu sou extremamente novo nesse mercado de Criptomoedas e aprendi tanta coisa nova e legal e gostaria de compartilhar meu conhecimento, tirar duvidas e quem sabe trazer novas pessoas nesse novo mundo.
 
Nesses últimos tempos vários posts sobre Bitcoin e Altcoins estão aparecendo aqui no /Brasil e muita gente discute sobre o assunto. Alguns extremamente céticos, uns curiosos e outros que já conhecem um pouquinho do assunto. Eu tentei dar um help pro pessoal que fez perguntas nos outros posts e alguns se juntaram ao grupo que organizei sobre Criptomoedas no Discord.
 
Não quero trazer também o “invista até não poder mais”. Esse mercado de criptomoedas é extremamente volátil e você pode sim perder dinheiro com isso. Nunca invista o que não pode perder.
 

Quero iniciar comentando sobre algo que muitos céticos usam:

“Bitcoin é uma bolha, ela vai estourar e você vai perder tudo.”
 
O que não é uma bolha, certo?
Bolha do ‘dot com’ e bolha da Apple a bolha do Tesla. Existem vários outros exemplos que eu poderia dar, mas eu não vim aqui pra isso.
 
A ideia central de Criptomoedas é ser um sistema descentralizado de qualquer banco, empresa e governo, ser seguro, open-source, totalmente criptografado, que é apoiado pela matemática implementada. Toda a história da moeda deve ser aberta ao público e você pode ver toda e qualquer transação feita na rede. Essas transações precisam ser processadas por máquinas que confirmam que essa transação não é um double-spending ou alguém querendo criar moedas “out of thin air”. Se alguém quiser hackear o sistema ele vai precisar quebrar toda a Blockchain da moeda (explicação mais abaixo).
 
Blockchain (cadeia de blocos) é todo o registro de tudo que aconteceu com a criptomoeda. Cada novo bloco é ligado ao ultimo bloco existente. Nenhum dado subsequente pode ser alterado sem que todos os outros blocos sejam alterados. Fazendo assim a criptomoeda em questão super segura. Blockchain é estudada para aplicações de gerenciamento de identidade, registro médico, prova de documentos, etc.
 
Você pode fazer uma transferência pequena de alguns trocados até com centenas de milhares Reais para qualquer lugar do mundo. Imagine você aqui no Brasil tem um parente lá na Coréia do Sul. Você quer mandar R$3000,00 para o parente. Para isso você precisa ir até o seu banco, solicitar uma transferência de alto valor, pagar todas as taxas do banco, do seu governo, talvez até do governo do país que será enviado, esperar até a data estipulada para o dinheiro chegar ao seu parente (a partir do dia do envio+2). Faça a pesquisa, você pode pagar muito alto por isso.
 
Agora leve em consideração o Bitcoin. Mesmo com uma taxa alta nesses últimos tempos (da ultima vez eu paguei R$12,00), imagine você mandar esses mesmos R$3000,00. Só que a transação é feita em até 60 minutos. Você manda a ordem de transferência da sua carteira até a carteira do seu parente, essa transferência de Bitcoin é registrada, então processada pelos mineradores e depois de um tempo o Bitcoin é validado na carteira do seu parente. Depois disso ele pode já usar os Bitcoin no mesmo dia ou ir até um caixa eletrônico de Bitcoin e sacar em dinheiro ou até trocar por outras moedas ou por dinheiro em Exchanges.
 
Fora Bitcoin, nós temos centenas de outras criptomoedas. Várias são muito interessantes, como: Ethereum, Litecoin, Bitcoin Cash, Vertcoin. Outras são simplesmente enganações usadas para roubar dinheiro de quem investe nas criptomoedas. Infelizmente existem coisas ruins como essa em qualquer lugar do mundo. Sugiro também uma pesquisa sobre cada criptomoeda. Coinmarketcap é um site legal para você iniciar sua pesquisa nas moedas de maior valor, volume, tecnologia, etc.
 

Mineração

A mineração consiste em usar o recurso de processamento do seu computador para procurar e resolver blocos. Quando isso acontece uma recompensa é distribuída para todos os mineradores envolvidos na mineração. Você pode minerar sozinho (o que hoje é impossível para alguém normal) ou pode entrar em uma Mining Pool.
 
Recentemente comecei a minerar uma criptomoeda chamada Vertcoin. Não é necessário muito conhecimento em como funciona a mineração. Basta ter um computador com placa de vídeo legal (a partir de uma gtx 1060 é legal), baixar um programa chamado One-Click Miner (OCM), arranjar uma carteira da moeda (interessante a Electrum Vertcoin Wallet), apontar seu minerador para aquela carteira, selecionar uma Pool de mineração e clicar Start.
 
Na mineração de Vertcoin você usa o poder de processamento da sua GPU para procurar blocos na rede junto com vários outros mineradores. Quando um bloco é encontrado você é recompensado pelo tempo que você esta minerando. Quanto mais tempo estiver minerando, melhor. Mas até um limite claro.
 
Não vou dizer que vale a pena você minerar porque existem muitas variáveis para isso. Para mim esta valendo a pena. Com uma GTX 1080 consigo pagar o gasto extra de conta de luz e lucrar Vertcoins. Recomendo fazer o calculo e ver se vale a pena.
 
A ideia central que estou levando para minerar Vertcoin é que devido a sua história, seus desenvolvedores, resistência à ASIC (Application Specific Integrated Circuits) e sua transparência com a comunidade ela será adotada pelo mercado. Seu valor subiu de US$0,04 em Janeiro de 2017 para hoje no preço de US$5,4. Outra coisa legal é que o Vertcoin usa algoritmo criado por brasileiros, chamada Lyra2!
 
Se você, leitor, tiver interesse em minerar ou discutir mais sobre moedas e conhecer mais, eu vou sugerir entrar no Discord que criei exatamente para isso: https://discord.gg/aWfV2Q5. Somos um grupo pequeno, mas o pessoal lá é super amigável e me trouxeram muito conhecimento novo. Temos desde iniciantes até alguns veteranos no assunto. Temos uma Pool de mineração de Vertcoin (Veja aqui) também se alguém se interessar.
 

Conclusão

Esse mundo de Cryptocurrencies é muito novo, estranho, inovador e interessante. Aprendi muita coisa e nem estou a tanto tempo assim aprendendo. Tenho comprado, vendido, minerado e guardado várias moedas diferentes. Tenho lucrado uma grana interessante que não teria vindo caso continuasse igual meus amigos que dizem não ter dinheiro pra investir nisso, mas saem todo final de semana com amigos/namorada e gastam 50, 100, 200 reais. Deixasse de sair 1 fim de semana por mês e compra uma moeda “segura” como Litecoin ou Ethereum. Da um lucro legal em uns 10 anos caso for atento, trocar por Real quando necessário ou mudar pra outra moeda.
 
Tem muita coisa que ainda quero falar, mas não quero deixar esse texto mais extenso do que esta. Por isso, peço a você que está lendo para deixar seus comentários, a favor ou contra, que vou tentar responder, aprender coisas novas, tirar dúvidas, fazer perguntas também e ter discussões saudáveis.
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Sobre mineração e como afeta peças de PC no Brasil.

Só pra esclarecer um pouquinho. O preço das memorias RAM é devido a industria de celulares usando os mesmo chips e a demanda sendo grande por ambos os lados porém a industria de celulares é maior então é prioridade para as fabricas venderem para ela.
Preços das GPUs, no Brasil não está tão afetado assim pela mineração, já que por conta da energia não compensa tanto. Um exemplo é uma GTX 1070, em agosto (segundo o Zoom) você achava por 2200~, ela agora está 2400, porém se você procurar melhor consegue achar uma GTX 1070Ti por 2300-2400~. Placas como as RX 470, 480 e 1060 tinham um ROI (Return over investment) melhores, então eram e ainda são muito procuradas para mineração, mas vendo os últimos 6 meses novamente, a GTX 1060 aumentou em R$200, provavelmente caçando um pouco consegue achar abaixo de R$1400.
Bitcoin afetam pouco a mineração, já que a maioria de mineradores está usando GPUs para minerar Etherum ou alguma outro coin que esteja valendo mais (o whattomine.com mostra o quanto algumas GPUs fazem por dia em diversas moedas diferentes).
PS: Bitcoin é minerado em ASICs, maquinas projetadas para fazer a mineração, por isso GPUs não são afetadas pela mineração de bitcoin, existem altcoins que são resistentes a ASICs, fazendo a mineração ser decentralizada.
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/r/oBitcoin FAQ - Novatos por favor leiam

Bem vindo ao /oBitcoin FAQ fixada

O texto que se encontra aqui foi desenvolvido por Mtzrkov e outros em Github.com/btcbrdev/oBitcoin e está em domínio público para ser usado livremente por qualquer um.

O que é bitcoin?

Bitcoin (BTC ou XBT) é o primeiro e mais importante dinheiro eletrônico sem autoridade central, baseado numa tecnologia open-source inédita chamada Blockchain, que foi desenvolvida por Satoshi Nakamoto em janeiro de 2009. Essa tecnologia permite a criação de um "banco de dados" confiável P2P (ponto-a-ponto), o que abre caminho para muitos tipos de inovação, sendo uma delas o próprio bitcoin e outras como contratos descentralizados, por exemplo.
Nota: normalmente emprega-se "Bitcoin" em maiúsculo para se referir ao protocolo (baseado na tecnologia Blockchain) e em minúsculo "bitcoin" para se referir a uma unidade da moeda.
O Bitcoin, além de um bem digital, pode ser considerado também um sistema de pagamento, totalmente independente de qualquer sistema já existente, como cartões de crédito, Paypal, bancos e outros. Sua capacidade atual estimada é de 7 transações por segundo, mas essa capacidade pode ser aumentada com o passar do tempo se houver necessidade. Por ser puramente digital e distribuído, o Bitcoin funciona 24/7 e tem alcance mundial, além de ter locais especializados de troca pela moeda local (chamados exchange) nas principais cidades do mundo.
A segurança da rede do Bitcoin, ou seja, o que garante que não existirá um chamado "gasto duplo" do mesmo dinheiro, é o consenso da rede P2P feito pela validação das transações por parte dos mineradores. Para que um minerador consiga incluir um bloco válido na rede, ele precisa utilizar um grande poder computacional. O processo de mineração consiste na realização de cálculos matemáticos para a seleção de quais transações válidas serão incluídas no próximo novo bloco do Blockchain, excluindo aquelas que tiveram uma tentativa de "gasto duplo" naquele período. Cada nó da rede, além dos mineradores, também é capaz de verificar a validade das transações incluídas no bloco. É nesse processo também que aparecem os "bitcoins ainda não descobertos". A distribuição dos bitcoins é feita de forma previsível, tendo uma queda de recompensa pela metade de 4 em 4 anos. Serão encontrados no máximo 21 milhões de unidades da moeda.

Quanto vale um bitcoin?

O preço de mercado de um bitcoin é determinado através da lei da oferta e da procura, portanto estando sujeito a variações de preço por causa de acontecimentos políticos e econômicos (como desvalorização e inflação de moedas estatais, conflitos, maior demanda por Bitcoin etc).
Assim como nas moedas estatais, o preço do bitcoin varia e pode ser diferente dependendo do lugar em que for negociado.
Se você for comprar dólares no Brasil, você terá que procurar uma casa de câmbio que poderá ter a cotação de R$ 3,00 por dólar, por exemplo. Caso vá a outra casa de câmbio, você poderá notar que o preço poderá ser ligeiramente diferente, além das taxas também variarem. Com o Bitcoin não é diferente. Essa variação entre as exchanges (nome comumente usado para se refererir aos locais de compra e venda de bitcoin) são equilibradas pelo mercado através de operações de arbitragem (comprar num lugar mais barato e vender num mais caro).
Para se ter uma ideia do preço médio do bitcoin, você pode dar uma olhada em sites como os que seguem:
Para um gráfico do preço ao longo do tempo, acesse:

Volatilidade

Por ser uma moeda ainda muito recente (inventada em jan/2009) e ainda não muito utilizada, seu preço de mercado ainda é muito volátil. Isso faz do bitcoin um investimento de risco atualmente. O preço tende a ficar mais estável ao longo do tempo, quando o mercado puder definir com mais exatidão seu "preço real". As oscilações também tendem a diminuir conforme o seu market cap (quantidade de moedas x preço) aumentar. Hoje (2015) o market cap do bitcoin é de US$ 3 bi, o que pode ser considerado pouco se comparado ao valor de algumas empresas como a Dell (US$ 24 bi) ou ainda de outras commodities como o ouro (US$ 2.600 bi).
Para um gráfico da volatidade ao longo do tempo, acesse:

Como obter bitcoins?

O bitcoin é um bem digital e assim como outros bens, pode ser adquirido de diversas formas:

1. Negociação direta (P2P / pessoa a pessoa)

Uma das maneiras mais baratas de se negociar bitcoins, porque não tem taxas, é comprando diretamente de outras pessoas que já possuem a moeda. As duas partes chegam a um acordo de preço e a troca é feita. Geralmente quem tem menos reputação entrega o bitcoin ou a moeda local primeiro.
Por ser uma maneira relativamente arriscada, pois não há um mediador para casos de descumprimento de uma das partes, a reputação de alguém deve ser muito considerada. Exemplo: prefira negociar com alguém do seu círculo de amizades (rede de confiança), alguém que você confie muito como familiares e amigos, ou por uma indicação (amigo de amigo). Se a outra parte tem uma reputação duvidosa, prefira negociar aos poucos (divida os valores em várias partes menores e vá trocando aos poucos).
Algumas ferramentas auxiliam nesse processo de reputação e rede de confiança, sendo elas:

2. Negociação indireta (com intermediário)

Outra forma de se negociar bitcoins (e essa provavelmente é a maneira mais conveniente, embora não seja a mais barata) é utilizando um intermediário que viabilize a compra e venda de bitcoins entre pessoas interessadas. Esses intermediários são as "corretoras" ou "bolsas" de bitcoins (mais conhecidas por exchanges).
Essas corretoras fornecem um serviço de intermediação entre compradores e vendedores de bitcoin, cobrando uma taxa para tal. Por causa disso o bitcoin nas corretoras tem um preço final um pouco mais alto do que se fosse comprar de outras maneiras, mas devido ao altíssimo volume, uma operação pode ser realizada instantaneamente.
Além de usar exchanges, você também pode encontrar um intermediário na relação P2P, tornando-a mais segura. Exemplo: um amigo em comum, que pode levar uma comissão previamente combinada para intermediar as duas partes.
Você pode conferir uma lista de corretoras no ExchangeWar. Algumas das principais corretoras brasileiras são:

Onde gastar bitcoins?

Hoje é virtualmente possível gastar os bitcoins em qualquer lugar, usando algum intermediário para trocá-los imediatamente sob demanda por alguma moeda local, como numa exchange ou com serviços como Neteller, Xapo ou Gyft.
Alguns locais porém já aceitam a moeda digital diretamente, como é o caso da Microsoft, Dell e Overstock, além de inúmeras outras ao redor do mundo.
Confira uma lista com mais de 100 mil lugares que já aceitam diretamente o bitcoin em SpendBitcoins ou no CoinMap.
Segue algumas listas de locais que aceitam bitcoin no Brasil:

Como minerar bitcoins?

Para minerar bitcoins você precisa executar um software em um computador especializado (ASIC) que possa realizar uma grande quantidade de operações matemáticas demandada pelo sistema de consenso P2P do bitcoin.
Logo após a criação do Bitcoin em 2009, era possível e rentável minerar bitcoins utilizando o processamento de computadores pessoais (através de simples processadores e placas de vídeo), mas com o tempo essa atividade deixou de ser rentável e tornou-se praticamente impossível para tais máquinas. Isso aconteceu pois o interesse no Bitcoin aumentou muito, trazendo assim mais pessoas para a mineração e impulsionando uma corrida por maior quantidade de processamento. Com o avanço da tecnologia e o aumento do interesse por Bitcoin, mais poder de processamento foi adicionado à rede Bitcoin e isso resultou em um aumento da dificuldade para se encontrar novos Blocos.
Essa é uma característica do protocolo Bitcoin: quanto maior o poder de processamento da rede, maior a dificuldade para se minerar bitcoins - ou seja, maior a dificuldade para se descobrir novos Blocos. Um bloco é um arquivo que possui uma identificação (data, hora e informações genéricas) e um registro das transações (movimentação de bitcoins entre endereços) mais recentes. Resumidamente, os mineradores são uma forma de manter a rede Bitcoin segura e operante, algo que demanda muito poder de processamento (o que torna inviável o uso computadores de propósito geral para tal fim) e que, como retribuição por essa tarefa importante, gera uma recompensa em bitcoins pelo trabalho.
Todas as transações, ou seja, as movimentações em bitcoins realizadas entre endereços (carteiras), são anônimas pois se caracterizam como uma transferência de fundos de um endereço Bitcoin para outro, que, embora tenham relação indireta com pessoas reais, não possuem uma relação direta. Ou seja, não é possível dizer com absoluta certeza que determinada pessoa é detentora de um endereço a menos que ela diga isso em algum lugar - o que torna o Bitcoin algo pseudônimo, não anônimo (você é anônimo apenas se quiser e tiver conhecimentos para tal). Todas as transações da história da rede Bitcoin são públicas e podem ser conferidas em sites como o Blockchain Info.
Então...é impossível minerar hoje em dia num PC comum ou notebook? Sim, mas não é lucrativo. Para isso existem os ASICs (Circuitos Integrados de Aplicação Específica, em inglês Application Specific Integrated Circuits), hardwares específicos para mineração. Há uma lista na Bitcoin Wiki, em inglês, onde estão listados todos os ASICs disponíveis no mercado e também placas gráficas e processadores. É importante notar que embora seja possível minerar bitcoins, não é algo recomendado aos brasileiros, uma vez que o equipamento é caro, importado e possui taxas de importação - além da energia elétrica brasileira, que inviabiliza totalmente o processo.
Nota: Em processo de desenvolvimento: Guardando seus bitcoins e Ganhando bitcoins.

Unidades comuns do bitcoin

Unidade Abreviação Quantidade em bitcoin Uso Nome alternativo
Bitcoin BTC 1,00000000 Unidade básica, usada no client padrão. XBT
millibit mBTC 0,00100000 Padrão em diversos serviços. -
bit μBTC 0,00000100 Possível novo padrão a ser adotado. microbit
Satoshi - 0.00000001 Frequentemente usado para negociar altcoins, menor unidade possível. -

Comunidade brasileira

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Crédito, débito ou bitcoin?

São Paulo - O empresário Rodrigo Souza, de 34 anos, mudou-se para os Estados Unidos em 2008 e colocou seu apartamento em Santos à venda no ano passado. Nada de excepcional, não fosse a única forma de pagamento aceita: bitcoin.
Como mora em outro país, essa é, segundo ele, a melhor maneira de receber o dinheiro sem pagar as altíssimas taxas de remessa ao exterior — que podem chegar a 10% do valor de venda — ou do imposto sobre operações financeiras (IOF), que no fim do ano passado chegou a 6,38%.
Essa transação não é novidade para Rodrigo. Sócio de uma empresa de vídeos publicitários de animação, a MindBug Studios, Rodrigo tem colaboradores espalhados por quatro países. Seus empregados no Brasil e na Argentina recebem o salário em bitcoins.
“Tentei pagá-los via PayPal (serviço online de pagamentos), mas as taxas sequestravam boa parte do dinheiro. Com o bitcoin, eles recebem o salário integral e descontam os impostos nos países onde moram”, diz. Rodrigo também aceita, e até prefere, essa moeda como forma de pagamento pelos serviços prestados por sua empresa. “O dinheiro chega mais rapidamente e eu me livro das taxas”, afirma.
O empresário usa bitcoins principalmente como forma de transferir dinheiro e mantém cerca de 20% do patrimônio na moeda virtual. “Como o valor é muito volátil, prefiro transferir o resto para dólar, por garantia”, explica.
O bitcoin é uma moeda que circula apenas online, sem a regulação de um banco central e com transações encriptadas, ou seja, transmitidas em códigos, para dar segurança ao usuário e manter anônimas suas informações. Cada unidade valia, no início de abril, 446 dólares.
No dia 19 de novembro a moeda havia chegado a 545 dólares. Dez dias depois, estava cotada em 1 023 dólares. Essa instabilidade é um dos principais argumentos dos economistas que afirmam que o “bit­coin é algo mais parecido com loteria do que com moe­da”. A frase é do professor de finanças da FGV Samy Dana.
“Uma moeda precisa armazenar e conservar valor, mas o bitcoin oscila mais de 20% em um único dia”, diz Samy. Outra questão é a falta de uma autoridade monetária. “Não existe uma agência central reguladora. Isso deixa o bitcoin praticamente à margem da lei”, diz o professor de finanças do Ibmec do Rio de Janeiro Nelson de Souza.
Entretanto, há quem defenda que o bitcoin seja a moeda do futuro. No fim do ano passado, Ben Bernanke, então presidente do Federal Reserve, o banco central americano, enviou uma declaração ao Comitê de Segurança Nacional do Senado reconhecendo que o bitcoin “pode ser uma promessa, particularmente se as inovações que ele traz forem capazes de promover um sistema de pagamento mais rápido, seguro e eficiente”.
O Departamento de Justiça americano também emitiu um co­municado oficial informando que as operações com bitcoin são um meio legal de troca. “O Departamento de Justiça reconhece que muitos sistemas monetários virtuais oferecem serviços financeiros legítimos e possuem potencial para promover um comércio global mais eficiente.”
No Brasil, só 52 estabelecimentos estão no coinmap, o mapa que mostra quem aceita bitcoins. Parece pouco, mas esse número dobrou desde o fim do ano passado. O engenheiro da computação de Belo Horizonte Eduardo Camponez, de 33 anos, deve aumentar essa lista.
Ele convenceu uma escola de inglês online a aceitar bitcoins. Eduardo começou a estudar o bitcoin no fim do ano passado e já usou a moeda virtual para comprar em sites como Amazon. Para ele, a principal vantagem dela é ficar livre de intervenções de governos e bancos.
Esse aspecto, no entanto, preocupa autoridades do mundo todo. Um bom exemplo disso foi o que aconteceu em 2010, quando o governo americano tentou fechar o WikiLeaks, site que vazou documentos confidenciais da Casa Branca sobre a guerra no Afeganistão.
Como punição, o governo americano proibiu que bancos e operadoras de cartões de crédito transferissem dinheiro ao site, que vive de doações. Foi então que o WikiLeaks começou a receber doações em bitcoins, que não podem ser bloqueadas nem rastreadas pelas autoridades.
Na rede, é possível visualizar quanto e quando o dinheiro foi transferido, mas as contas que o enviaram e o receberam permanecem anônimas. Com base nessa premissa, Charlie Shrem, criador da BitInstant, empresa de negociação da moeda virtual, foi preso em janeiro, acusado de um esquema de venda de bitcoins para usuários do Silk Road, mercado negro online que vende drogas e armas ilegalmente.
A origem do bitcoin é incerta. Acredita-se que ele tenha sido criado em 2008 por Satoshi Nakamoto, programador japonês de 64 anos radicado nos Estados Unidos. No mês passado, a revista americana Newsweek tentou confirmar a informação, que foi negada por Satoshi.
Mais misteriosa ainda foi a forma como, em fevereiro, a Mt. Gox, maior bolsa para troca de bitcoins no Japão, anunciou que 300 milhões de dólares na moeda virtual foram roubados por hackers. “Fraudes acontecem com qualquer moeda”, diz Eduardo Camponez.
O bitcoin é considerado por seus defensores uma resposta à alta carga tributária e ao excesso de regulação do sistema monetário. “Ela representa uma revolução sem precedentes no sistema bancário mundial”, diz o economista Fernando Ulrich, autor do livro Bitcoin — a Moeda na Era Digital. Já há centenas de criptomoedas criadas a partir do código-fonte do bitcoin.
A ripple, uma delas, já recebeu aportes milionários de investidores como o Google Ventures. Na dúvida, talvez seja bom se acostumar com a ideia de ter uma carteira digital. Ela pode se tornar uma realidade na sua vida num futuro bem próximo.
Entenda como são feitas as transações com essa moeda virtual
O que é: Uma moeda que só circula online, com transações feitas em códigos para proteger a identidade de seus usuários
Bitcoin: As transferências, mesmo que internacionais, são feitas diretamente entre os usuários, sem taxas.
Moeda convencional: Operações com cartões de crédito e débito ou transferências de dinheiro passam pelos bancos.
Como encher a carteira
Vendendo
• Vendendo produtos, em lojas e sites, e aceitando bitcoins em troca.
Comprando
• Comprando a moeda de outras pessoas em sites como LocalBitcoins.com ou em casas de câmbio especializadas.
Minerando
• Resolvendo problemas matemáticos gerados pelo software do bitcoin, usado para autenticar as transações com a moeda na internet. Quem soluciona primeiro os problemas é recompensado com um pagamento em bitcoins pelo serviço prestado aos demais usuários.
Essas pessoas são chamadas de mineradoras, porque “garimpam” seus bitcoins em vez de comprá-los.
Saiba como uma compradora nos Estados Unidos faria para adquirir com bitcoins um par de sapatos de uma loja na Itália e como a operação é validada pelos membros da rede
1 O primeiro passo é criar uma carteira virtual em sites como Coinbase e Multibit. Cada conta dá acesso a uma série de endereços, cada um formado por uma sequência de letras e números.
2 Quando visita um site de compras e decide adquirir um produto em bitcoins, a compradora recebe do vendedor um endereço.
3 O passo seguinte será entrar em sua própria carteira virtual e usar sua assinatura digital — uma espécie de senha — para autorizar a transferência para o endereço gerado pelo vendedor.
4 Cada transação gera um problema matemático, que precisa ser solucionado pelos mineradores para que a operação seja finalizada. Os mineradores emprestam a capacidade analítica de seus computadores para a rede e, como forma de bonificação, recebem 25 bitcoins por operação completada.
5 Para cada transação, é gerada uma chave pública — uma senha que permite a qualquer membro da rede verificar se a operação é válida, embora ninguém possa identificar os envolvidos nela.
Confira abaixo as vantagens e as desvantagens envolvidas no uso do bitcoin
Vantagens
• É possível enviar dinheiro para qualquer lugar do mundo sem pagar as altas taxas de transferência cobradas pelos bancos.
• Qualquer membro da rede pode ver quais transações foram feitas, o que reduz a possibilidade de fraudes. O valor e o horário das operações são registrados, mas os usuários permanecem anônimos — a menos que alterem seu nível de privacidade.
• No Brasil, só 52 estabelecimentos admitem bitcoins como forma de pagamento. Parece pouco, mas esse número já é o dobro do que existia até o fim do ano passado.
• É possível trocar reais por dólares ou qualquer moeda estrangeira sem incidência do imposto sobre operações financeiras (IOF), que chegou a 6,38% em 2013. Basta comprar bitcoins com moeda nacional e vendê-los na moeda desejada.
Riscos
• Não há a quem recorrer em caso de fraude ou quebra de uma casa de câmbio de bitcoins.
• Como não é uma moeda regulamentada, o valor do bitcoin pode oscilar mais de 100% em um dia. Sua alta volatilidade faz com que ele não seja indicado como investimento.
• Assim como qualquer coisa que só existe o mundo virtual, carteiras e contas podem ser invadidas por hackers.
• Ainda são poucos os estabelecimentos ou prestadores de serviços que aceitam essa moeda
Fonte EXAME
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Bitcoin: uma moeda imune à inflação por B. PIROPO TECH TUDO

Na coluna anterior examinamos o engenhoso sistema de “cadeia de blocos” que garante a segurança do sistema Bitcoin, impedindo que a mesma moeda seja gasta duas vezes pela mesma pessoa em duas transações diferentes. Mas o sistema Bitcoin é tão engenhoso que apresenta alguns aspectos interessantíssimos que ainda não foram abordados.
Vamos começar com o risco de inflação. Com tantos “nós” da rede minerando ao mesmo tempo e continuamente gerando novos blocos, não haverá o perigo de um excesso de bitcoins em circulação derrubar a cotação? (Que, incidentalmente, hoje oscilou entre US$ 783,04 e US$ 820,87). A resposta curta e grossa é: definitivamente não!
Porém o mais interessante é descobrir COMO a proteção contra a inflação foi garantida. Mas, antes, a resposta a uma pergunta que sempre esteve implícita em todas as colunas anteriores mas não foi taxativamente respondida em nenhuma delas: se ninguém, pessoa ou instituição, controla a emissão e circulação de bitcoins, como o sistema é controlado?
Ora, vimos na coluna anterior que para conectar uma máquina à rede Bitcoin é necessário nela instalar um software de código aberto denominado BItcoin-Qt que pode ser obtido gratuitamente na Internet e, após instalado, sincronizado com todos os demais nós da rede. E que este software não apenas permite que o responsável pelo novo nó passe a minerar moedas como também pelo armazenamento e atualização da cadeia de blocos. A rede é grande e dinâmica, mas você pode ter uma ideia da distribuição de seus nós em todo o mundo no mapa exibido aqui (aguarde com paciência que os nós vão surgindo aos poucos à medida que são localizados).
Pois bem: a função deste software não se limita àquelas duas tarefas. Na realidade é ele que controla todo o sistema através de regras acordadas pela comunidade Bitcoin e a ele incorporadas. O conjunto destas regras denomina-se “Protocolo Bitcoin”, seu conteúdo é público e ele regula praticamente tudo no sistema, o que inclui detalhes sobre a emissão de novas moedas. E como estas regras estão “embutidas” em um software que roda ao mesmo tempo em cada uma das máquinas que compõem a rede Bitcoin, jamais poderão ser alteradas seja lá por quem for.
Então vejamos como ele garante que o sistema seja imune à inflação.
Para começar, o número total de bitcoins foi absoluta e incondicionalmente limitado a exatamente 21 milhões de unidades. Depois de emitida esta quantidade de moedas, o próprio software se encarregará de impedir a emissão de qualquer unidade adicional (mas, ainda assim, os “mineradores” não deverão abandonar a rede: novos blocos continuarão a ser gerados e anexados à cadeia para registrar novas transações e seus mineradores serão remunerados com uma pequena comissão sobre as transações neles contidas).
Depois, o ritmo com que novos blocos são minerados é regulado por um conjunto de regras, que não apenas impede que sejam emitidos um grande número deles, em um curto intervalo de tempo, como também reduz paulatinamente a quantidade de bitcoins contida em cada bloco ao longo dos anos.
Destrinchemos. Como se pode regular o ritmo em que novos blocos são emitidos? Simples: ajustando a dificuldade do código de encriptação a ser decifrado pelo algoritmo de mineração. E, por difícil que pareça, isto pode ser feito com relativa precisão. A regra de geração de blocos estabelece que cada novo bloco seja gerado a cada dez minutos (nas últimas 24 horas as estatísticas mostram que a média foi de cerca de 9 minutos, portanto o a dificuldade deve ser ligeiramente aumentada para compensar e isto será feito automaticamente pelo software).
Ora, neste ritmo serão gerados 144 blocos por dia ou 56.560 blocos por ano. Portanto, a cada quatro anos, são gerados em média 210 mil blocos. Por que destacar quatro anos? Por que neste período o número de bitcoins emitidas cai pela metade. O que é fácil de regular: basta reduzir à metade o número de bitcoins contidos em cada novo bloco.
Detalhando: a emissão iniciou-se em janeiro de 2009, com cada novo bloco contendo 50 bitcoins. Daí até novembro de 2012 (cerca de quatro anos) foram emitidas exatamente 10.498.889,80231183 moedas (não estranhe as oito casas decimais, já voltaremos a falar delas), ou seja, quase exatamente as 10.5 milhões esperadas. A partir de então, cada bloco passou a remunerar seu minerador com 25 bitcoins, quantidade vigente até hoje. No final de 2016 este total será mais uma vez reduzido à metade (12,5 bitcoins por novo bloco) e assim sucessivamente a cada quatro anos. Hoje existem precisamente 12.323.675 bitcoins em circulação. Veja a evolução da emissão ao longo do tempo na página “Total de Bitcoins em Circulação” (pare o ponteiro do mouse sobre a linha do gráfico para ver o número correspondente). Ora, como podemos calcular exatamente quantas bitcoins serão emitidas ano a ano, e sabemos não apenas quando a emissão começou como também o total a ser emitido (21 milhões de bitcoins), fica fácil calcular quando a última bitcoin será emitida: no ano da graça de 2040. A partir daí a emissão cessará completamente. Fato que, por sua vez, levanta algumas questões.
Para começar: 21 milhões de bitcoins serão suficientes para realizar todas as transações esperadas? Bom, isto depende de quão divisível seja a moeda. Por exemplo: a maioria das moedas do mundo são divisíveis por cem e o menor valor usado em uma transação seria o centavo. Se isto se aplicasse ao bitcoin que, como vimos, hoje vale cerca de US$ 800, o menor valor que se poderia “gastar” em bitcoins seria US$ 8 (oito dólares americanos) ou aproximadamente vinte reais. Nada poderia “custar” menos do que isso, pois não haveria como pagar. Esta é a razão daquele número aparentemente exagerado de casas decimais do total de bitcoins emitidas. Uma bitcoin é divisível por cem milhões. Portanto, mesmo que um dia sua cotação atinja o equivalente hoje a um milhão de dólares americanos, ainda se poderiam efetuar transações pelo equivalente hoje a um centavo de dólar (0.00000001 BTC, ou um centésimo milionésimo de bitcoin; as sub unidades são, em valor decrescente: e 0,01 BTC = 1 centibitcoin, 0,001 BTC = 1 milibitcoin e 0,000001 BTC = 1 microbitcoin)
Na verdade, o sistema Bitcoin é deflacionário por natureza. Isto porque, segundo as regras, não é possível “reemitir” uma moeda perdida ou destruída (o que me faz crer que se você tiver uma carteira Bitcoin no disco rígido de seu computador, tenho certeza que não se esquecerá de fazer cópias de segurança) e portanto, como as perdas são inevitáveis por mais cuidado que se tome, o total em circulação jamais atingirá os 21 milhões a serem emitidos. O que leva a outra questão: um sistema deflacionário é desejável?
Dia desses eu li em algum lugar que, em algum país civilizado cujo nome não recordo, o ministro das finanças estava preocupado porque a inflação no ano de 2013 chegou a pouco mais de um por cento, um valor demasiadamente pequeno. Demasiadamente PEQUENO???
Quem viveu, como eu, tempos em que o Brasil enfrentava uma inflação de 40% a.m. (por extenso, para que os que nasceram depois de 1984 não pensem que é erro de digitação: uma desvalorização monetária de quarenta por cento ao MÊS), não consegue entender bem o conceito de “inflação demasiadamente pequena”. Mas os economistas explicam.
Se uma moeda nacional (destas emitidas pelos governos) mantiver seu valor estável ano após ano, sem qualquer desvalorização (inflação zero), alguns indivíduos que ganham mais do que o que é preciso para prover suas necessidades tenderão a guardar o excedente. Simplesmente guardar, em casa, debaixo do colchão ou seja lá onde desejarem.
Tudo bem, dirão alguns, afinal o dinheiro é deles e eles podem fazer o que bem entenderem com sua bufunfa. Mas não é bem assim. Porque se uma parcela grande da população fizer isto, o total de moeda em circulação se reduz. E, isto sim, tem consequências desastrosas para a economia do país. Então, para as autoridades monetárias de qualquer país, o ideal não é eliminar a inflação mas mantê-la controlada em pouco mais de 2% ao ano. Assim os discípulos do Tio Patinhas perceberão que, entesourando dinheiro, estarão guardando algo que perde o valor ao longo do tempo, o que os estimulará a aplicar esta grana em alguma coisa – ações, fundos ou seja lá o que for – de modo que ela continue em circulação.
E para o sistema Bitcoin há algum prejuízo? Não. Pois não estando submetido a qualquer autoridade monetária, não sendo emitido por qualquer governo nem integrando a economia de país algum, não faz diferença que o total em circulação diminua. Basta que as transações continuem a serem feitas de forma a permitir estabelecer sua cotação.
Bem, por hoje chega.
E se você já está cansado de bitcoins (se você não está, eu estou), alegre-se: estamos muito perto do final da série. Só falta discutir algumas bruscas oscilações da cotação da moeda, a opinião dos economistas sobe ela, onde ela é aceita e coisas que tais.
Até lá. B. Piropo
TECH TUDO
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VICE.COM: Ascensão e Queda da Primeira Máquina de Bitcoin do Brasil

Escrito por FELIPE MAIA VICE
Em abril de 2014, o bar Zé Gordo, localizado no bairro nobre de Itaim, em São Paulo, estreou a primeira máquina de bitcoin do Brasil em parceria com a Mercado Bitcoin, uma empresa especializada em finanças com moedas virtuais.
À época, a compra foi considerada bem moderna: pouco se falava de transações desse tipo no país e um dispositivo físico de bitcoins dentro de um boteco chique era, convenhamos, simbólico demais para ignorar.
Meses depois do anúncio e das repercussões em redes sociais, porém, nunca mais ouvimos falar da maquininha. Sem mais nem menos, o equipamento tinha desaparecido das notícias e, segundo alguns clientes, também do bar.
Em busca de explicações, fui conversar esta semana com Erivelton Rodrigues, sócio-proprietário do Zé Gordo, e ele me contou que teve de devolver a máquina aos proprietários por uma simples razão: medo de assalto. Durante os seis meses que ficou disponível para o público, a peça, do tamanho de um frigobar, foi cobiçada por mais de um transeunte de comportamento estranho. “A máquina não era interessante pra gente porque não era seguro ela aqui”, afirmou, durante uma visita minha ao seu estabelecimento.
Erivelton contou que um tipo suspeito a seus olhos esteve três vezes no bar em função da máquina. No primeiro dia, um sábado de agosto, ele usou o aparelho depois de fazer muitas perguntas. Na segunda-feira, voltou ao bar para nova sessão de questões enquanto procurava câmeras. Na terça-feira, o tipo voltou em um carro com mais uma pessoa. Erivelton tinha devolvido o aparelho. “Já não tinha mais máquina”, afirma.
O equipamento vendia bitcoins. Como um caixa eletrônico que realiza depósitos, ele aceitava cédulas de reais e as trocava pela moeda virtual. O valor adquirido ia diretamente para a conta virtual do comprador, enquanto seu dinheiro ficava armazenado na caixa forte blindada da máquina. Segundo Erivelton, ela seria presa fácil para ladrões por ter meio metro e cerca de cinquenta quilos.
Localizado entre bairros com o maior PIB de São Paulo segundo o censo de 2010 do IBGE e cercado por grandes empresas e bancos de investimentos, o bar Zé Gordo oferece uma posição privilegiada para uma máquina de transações financeiras. Erivelton diz ter visto compras de até dois mil reais no aparelho. “Vinham uns espanhois”, diz ele. “Tinha pouco brasileiro que procurava.”
De acordo com Rodrigo Batista, um dos fundadores do Mercado Bitcoin, a empresa retirava o dinheiro da máquina ao menos uma vez por semana. “O valor das transações costumava ser entre cinquenta e cem reais”, diz. Com o fim da parceria, o Zé Gordo abandonou também as transações com bitcoins no caixa.
O acordo entre a empresa e o bar terminou sem prejuízo para nenhum dos lados. Os funcionários do Mercado Bitcoin ainda aparecem no Zé Gordo para almoçar ou tomar uma cerveja. Rodrigo estuda levar a máquina para outro lugar, mas não sabe o destino do aparelho que custou R$ 10 mil a sua companhia. “Era mais uma peça de marketing”, diz. “É um equipamento físico para algo que não é físico.”
Bitquê?
O Bitcoin é uma moeda virtual com valor real. Os bitcoins correspondem a cálculos executados por computadores potentes — os mineradores. Há um limite para a quantidade de cálculos possíveis, isto é, para os bitcoins em circulação. E eles podem ser transferidos de um ponto a outro da internet de maneira verificada pela própria rede de mineiradores e usuários. Assim rolam compras e vendas com bitcoins sem intermédio de bancos ou operadoras.
Quem não tem um supercomputador minerador pode comprar bitcoins. A operação é similar ao trabalho feito por uma casa de câmbio: uma troca de moedas diferentes. Essa era a função realizada pela máquina do Zé Gordo. “Você coloca reais e saca bitcoins”, diz Rodrigo. Atualmente é possível adquirir uma unidade da moeda virtual a cerca de oitocentos reais em serviços online. O próprio Mercado Bitcoin oferece essa opção no seu site.
Quem quiser usar uma máquina de bitcoin pode se dirigir à Coinverse, na Vila Madalena. O equipamento da empresa mais parece um caixa eletrônico. Além de realizar saques de moeda virtual, ele também pode ser usado para saques de dinheiro comum. Nesse caso, basta ter uma carteira virtual com saldo disponível. “O nosso aparelho funciona nas duas vias”, explica Safiri Félix, um dos fundadores da startup. “Tem semanas que ela vende dez mil reais.”
Segundo ele, a máquina é vigiada constantemente por câmeras e um seguro garante o ressarcimento a Coinverse em caso de roubo — ela custa cerca de R$ 70 mil. Levá-la indevidamente é complicado também por causa dos seus trezentos quilos. “A gente não tem essa preocupação porque estamos num espaço que está cheio de gente”, diz Safiri.
Ele e Rodrigo são pioneiros em um terreno ainda nebuloso para quem vê de fora. O lucro de suas companhias vem de taxas sobre as transações, algo que lembra os maus e velhos bancos. No Zé Gordo, o espaço que antes era destinado à máquina de bitcoins agora dá lugar a uma geladeira de cervejas especiais com luzes brancas e acabamento refinado em vermelho.
FONTE VICE
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Bitcoin Preço Brasil. Por que tão caro?

Razãoes:
Taí, um pouco do custo Brasil
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O QUE VEM DEPOIS DO BITCOIN?

O bitcoin parece estar em toda parte. Programas de TV aberta, revistas de economia, amigos no Facebook e até outdoors em avenidas “falam” dele (nesse último caso, numa campanha de entusiastas, em São Francisco, nos Estados Unidos). A cotação da moeda virtual decolou de menos de US$ 1, em 2009, para quase US$ 1 mil, nas últimas semanas. O BTC – esse é o código comercial – já serve para comprar quase tudo, de sanduíches orgânicos a viagens ao espaço. Seja ele o dinheiro do futuro ou uma nova bolha especulativa, uma coisa parece certa: a porta que foi aberta, pela qual o mundo enxergou uma forma mais flexível de fazer transações online, não se fechará mais. Um batalhão de novas moedas digitais e tecnologias promissoras já aproveita o embalo para avançar rumo a essa prometida nova ordem monetária.
O bitcoin mostrou que é possível existir uma moeda descentralizada, não regulada por governos ou bancos centrais. O mérito de seu criador, uma figura desconhecida que usava o pseudônimo de Satoshi Nakamoto, foi formular um elegante preceito matemático que garante a segurança do sistema. Funciona assim: cada transação é validada por um grande número de computadores de usuários (os mineradores) pelo mundo, de forma que ninguém tenha capacidade de processamento maior que essa rede (para evitar operações fraudulentas). Como recompensa, esses usuários recebem novos bitcoins, que serão criados até o limite de 21 milhões de unidades, por volta do ano de 2140. Além disso, todas as transações ficam registradas numa espécie de lista pública.
Entusiastas afirmam que a grande contribuição do BTC foi cultural. Ele uniu uma vasta rede de pessoas interconectadas por uma causa que agora parece ser o futuro inevitável: usar a internet para enviar dinheiro, com menos taxas e burocracia. Se olharmos em perspectiva, ainda que exista essa profusão de seguidores, o bitcoin é coisa de nicho. Para se tornar um novo dólar ou euro, há alguns empecilhos. Primeiro, é difícil de usar. Mandar e receber moedas significa ter de lidar com conceitos como blockchain e public ledger, além de chaves necessárias para cada transação, coisas como 17EC4TXZRzr4UbmrkMc7gUEuCtn73xhTeN.
Também existem questões como a alta volatilidade, a suspeita de que milhares de chineses andam especulando com a moeda e, principalmente, os problemas de uso criminoso do dinheiro virtual. O caso mais notório envolveu o Silk Road, um supermercado online de drogas e armas fechado em 2013, no qual o BTC – por permitir anonimato – era a moeda corrente.
Por todos esses problemas, o bitcoin pode vir a confirmar uma conhecida tese sobre produtos de sucesso: o pioneiro raramente se torna o líder do mercado. Google, Facebook, Apple e outras empresas vencedoras não inventaram seus produtos – já existiam buscadores, redes sociais e computadores antes. Assim como a Coca não inventou o refrigerante e o McDonald’s não foi a primeira lanchonete a vender hambúrgueres. (Cabe a observação: o bitcoin não foi a primeira moeda digital, mas criou os conceitos que agora são usados por todas as outras, por isso é vista como pioneira.)
Como era previsível, várias candidatas já estão no jogo para tentar ser a Apple ou o Facebook dessa teoria. Receberam até um nome na comunidade dos internautas: criptomoedas 2.0 (veja o quadro abaixo). Ainda que nenhuma possa ser declarada vencedora, cada uma expande a seu modo os caminhos para o futuro do dinheiro. “As moedas digitais marcam uma mudança significativa no sistema financeiro, porque são capazes de prover uma cadeia de troca de valores descentralizada”, diz David Furlonger, vice-presidente da consultoria Gartner Group e uma das maiores autoridades em futuro das finanças. “Mas, no momento, nenhuma delas é mais relevante que as outras. O hype em torno do bitcoin é apenas isso: hype.”
http://s2.glbimg.com/fIw5bBIj3hFN-RIFMxrKCa_WvC0=/top/e.glbimg.com/og/ed/f/original/2014/03/04/bitcoin-02.jpg
Na última contagem do site coinmarketcap.com existiam cem moedas digitais, com nomes como quark, mastercoin ou devcoin. Juntas, somam por volta de US$ 10 bilhões em circulação. Quase todas são versões modificadas do bitcoin. A maioria também usa a mineração digital. Entre as que se destacam está o litecoin (ou LTC). Sua contribuição: pode ser minerada por computadores comuns, enquanto o bitcoin acabou restrito a donos de supermáquinas – o que pode criar distorções no futuro. Assim, o tempo para uma transação ser confirmada cai de dez minutos (no BTC) para dois e meio (no LTC), em média.
“Essa segunda geração tem moedas lançadas por companhias bem financiadas e com fundadores experientes, inclusive alguns que participaram da história do bitcoin. O dinheiro graúdo chegou à nossa área, permitindo que mais camadas de segurança e inovação sejam adicionadas”, diz Chris Larsen, CEO do Ripple Labs, que cunhou a moeda digital ripple.
O ripple também tem se destacado. Já é a segunda maior em volume circulante (juntas, ela e o BTC formam quase 90% dos US$ 10 bilhões virtuais). Recebeu aportes de investidores badalados do Vale do Silício, como o Google Ventures, o Founder’s Fund e o Andreessen Horowitz. O ripple, na verdade, são duas coisas. É uma moeda baseada em matemática (como o bitcoin), cujo símbolo é XRP. Mas também é um novo protocolo financeiro para a internet. Para entender, vale uma comparação entre dinheiro e e-mails. São os protocolos de e-mail que permitem que um usuário do Hotmail, por exemplo, mande mensagens para um do Gmail, de graça e instantaneamente. O ripple quer fazer isso entre moedas e bancos.
Quem cria uma “carteira ripple” pode mandar, por exemplo, US$ 1 mil para uma sobrinha na Austrália com razoável facilidade – e com taxas na faixa de 0,5%. Mas também pode mandar ouro, milhas aéreas, café e qualquer coisa que tenha um valor acordado. Inclusive bitcoins. “Dá para fazer pelo próprio banco, até sem saber que por trás da operação estará o protocolo”, diz Larsen. “Antes do bitcoin, ninguém achava que era possível fazer transações pela internet sem um operador central. Agora o mundo sabe como fazer isso. Mas estamos apenas na pré-história dessa evolução”, afirma. No momento, o protocolo já opera mais de 50 moedas e existem 65 mil contas criadas – número que, segundo Larsen, cresce 7% por semana.
Assim como o ripple, outra moeda, chamada next (símbolo: NXT), traz uma inovação importante: ela permite que você adicione novas funcionalidades aos protocolos. Por exemplo, criar contratos. Eles podem servir para executar pagamentos de um serviço, ou fazer operações parecidas com um “débito automático”, mas para a transferência de valores. Como são plataformas de código aberto, permitem que qualquer contrato seja criado, dependendo só da habilidade do programador.
http://s2.glbimg.com/x3wY_Vb1vq6T58liOfaY-ADxLWY=/e.glbimg.com/og/ed/f/original/2014/03/04/bitcoin-03.jpg
Para mandar dinheiro entre pessoas, protocolos como os do ripple ou do next encontram ordens de compra e venda – como no sistema financeiro – e acham um caminho para mandar o dinheiro. Por exemplo: podem usar ordens de venda de reais e compra de XRPs no Brasil, depois outras de venda de XRPs e compra de dólares na Austrália. “Ele acha o caminho mais ‘barato’ para o usuário, não importa quais moedas serão usadas”, diz Rafael Olaio, fundador da Rippex, a primeira casa de câmbio de ripple do Brasil, prevista para entrar no ar este mês. A ideia de usar moedas digitais para triangular moedas convencionais e permitir o envio de euros ou dólares para outros países, ao que parece, será uma das principais heranças do bitcoin.
Outra moeda virtual que aparece entre as mais usadas é o dogecoin, cujo símbolo é um cachorrinho. Assim como o litecoin, é uma filha direta do bitcoin. Mas avança numa direção crucial: sair da obscuridade. Ela é negociada numa casa de câmbio – chamada Cryptsy – regulada pelo Departamento do Tesouro dos EUA. “No caso do ripple no Brasil, para abrir uma conta vai ser preciso mandar RG, CPF e comprovante de filiação. Quero me preparar para quando a regulamentação chegar”, diz Olaio.
A regulação, a propósito, é um aguardado capítulo do futuro das moedas virtuais. Ainda que não dependam de governos para nascer, os legisladores podem banir ou restringir seu uso num país. “No Brasil, ainda não há discussão regulatória consistente sobre o tema”, diz o advogado Marcelo Godke Veiga, que acompanha a questão. “O Banco Central sequer definiu se essas moedas serão consideradas moedas. Nos EUA, já existe a decisão de um tribunal de que o bitcoin ‘pode ser entendido’ como moeda.”
A aceitação dos bancos será outro momento crítico. “Tenho falado com bancos de diferentes países e eles estão mudando a postura: de ‘avaliando’ para ‘considerando integrar com o sistema’”, afirma Larsen. “Os bancos ainda tentam proteger suas formas tradicionais de mandar e receber dinheiro. Mas terão de se adaptar. No futuro, acredito que eles serão um misto de empresa de tecnologia e de marketing”, diz Furlonger. A Febraban, que representa os bancos no Brasil, não quis falar sobre o tema.
Alheias aos bancos, milhares de pessoas usam os dinheiros formados por zeros e uns. Qual será dominante? Talvez nem seja essa a questão. “A grande contribuição dessas moedas é mostrar o potencial da internet para a troca de valores, ainda que se usem as moedas ‘antigas’. Ninguém deve ser forçado a adotar uma nova moeda, nem acho que isso possa acontecer. A ideia importante é usar a internet para trocar valores”, diz Larsen. “O que a ascensão do bitcoin deixou claro é que as pessoas querem mais flexibilidade para mandar e receber dinheiro”, afirma Furlonger. Mesmo se não for a moeda do futuro, o bitcoin pode ter definido o futuro das moedas.
FONTE EPOCA NEGOCIOS
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O dinheiro do futuro?

Uma nova moda da internet, uma alternativa ao sistema financeiro tradicional. O bitcoin é tudo isso ao mesmo tempo. A moeda virtual foi criada por um enigmático programador japonês chamado Satoshi Nakamoto, que ninguém viu nem sabe por onde anda. Há quem diga que a identidade de Nakamoto foi construída por um grupo de geniais programadores. “O bitcoin é para a indústria financeira o que o MP3 foi para a da música”, O bitcoin ainda é pouco conhecido no país, mas isso deve mudar num futuro próximo.
Afinal, o que é o bitcoin?
É uma moeda virtual que escapa ao controle de bancos e governos, permitindo que internautas façam transações financeiras sem intermediários. Ao contrário das moedas convencionais, como o real, a libra e o dólar, o bitcoin não é emitido por um banco central. Em tese, qualquer pessoa pode “minerar” novos bitcoins e comercializá-los na rede. Basta ter em casa um computador de última geração para rodar um programa gratuito e de código aberto que processa, dia e noite, complicados algoritmos matemáticos.
Para que serve?
Já dá para fazer de tudo: desde comprar um apartamento em Buenos Aires, colocado à venda no site portenho do Mercado Livre, até pagar pelo serviço da plataforma de blogs WordPress. No site da BitcoinStore, também é possível adquirir qualquer aparelho eletrônico. No Brasil, por enquanto, o bitcoin é aceito em raríssimos lugares, como o descolado bar Las Magrelas, na Vila Madalena, em São Paulo. Mas ele já é a moeda “oficial” de Kreuzberg, bairro de Berlim conhecido pelos moradores ativistas e intelectuais.
Como funciona o comércio de bitcoins?
O primeiro passo é criar uma “carteira digital”. Existem diversos sites e casas de câmbio virtuais que oferecem esse serviço. O maior deles é o Mt.Gox, sediado no Japão, com mais de 638 mil usuários. Atualmente, o site controla 80% do comércio mundial de bitcoins e cobra uma taxa para cada transação. Somente em abril deste ano, o Mt.Gox movimentou US$ 535 milhões, segundo seu porta-voz Thomas Glucksmann- Smith. “Algumas pessoas também armazenam seus bitcoins em cold storage (um pen drive, por exemplo) para ter segurança extra”, afirma.
O bitcoin pode ser falsificado?
“A tecnologia está aí há quatro anos e nunca foi corrompida”. O segredo do sucesso é a criptografia. Cada moeda consiste em uma longa (e, até agora, inviolável) sequência de letras e números. Além disso, todas as transferências são registradas no blockchain, um banco de dados disponibilizado publicamente na internet por todos os usuários da moeda. Por isso, o sistema do bitcoin é chamado de peer to peer (ponto a ponto), ou seja, é descentralizado. O blockchain permite rastrear o histórico da movimentação de qualquer bitcoin, do “minerador” ao último comprador. Isso evita que um mesmo bitcoin seja vendido por duas fontes distintas.
Ele pode ser furtado?
Como qualquer mercadoria, pode sim. Por isso, recomendase o uso de softwares, como o YubiKey e o Google Authenticator, que garantem mais segurança na manipulação de senhas. Nem as casas de câmbio virtual estão imunes aos hackers.
É possível usar para atividades ilícitas?
A moeda virtual ficou famosa quando o WikiLeaks – o explosivo site criado para vazar documentos secretos do governo dos EUA – passou a aceitar doações em bitcoins. Depois, foi acusada de facilitar a vida de traficantes de armas e drogas do Silk Road, o mercado negro da internet. Sim: é possível comprar artigos ilícitos com bitcoin. “Mas o traficante da esquina também aceita dinheiro vivo” é a resposta dos ativistas da moeda virtual.
O que dá valor ao bitcoin?
Assim como todas as moedas em circulação no mundo, o bitcoin também é fiduciário, ou seja, baseado na confiança. “As pessoas acreditam no dólar porque, apesar de não ter lastro, é garantido pelo governo dos EUA”, explica o professor Pedro Garcia Duarte, da Faculdade de Economia e Administração da Universidade de São Paulo. Em outras palavras, se o bitcoin virar pó da noite para o dia, não há a quem recorrer. “Pode ser uma boa forma de se fazer comércio eletrônico no futuro. Mas, se o sistema não se mostrar inviolável como se pensa, a confiança – e a moeda – acaba.”
Há especulação?
Claro! Por enquanto, a moeda tem sido usada principalmente para investimento – como no mercado de ações. Sua cotação não está imune à especulação. Em abril, o preço de um bitcoin despencou de US$ 266 para US$ 54,25 em apenas três dias. Hoje, está na faixa de US$ 110. Se o preço assusta, saiba que você pode comprar até 0,00000001 bitcoin.
Investir em bitcoins é um bom negócio?
É uma questão de perfil. Nada garante que o bitcoin vá se valorizar – ou até sobreviver. “Tem quem ache que por ser novo é uma oportunidade de ganhar dinheiro. Eu sou avesso ao risco”, brinca o professor Pedro Garcia Duarte, da USP.
Fonte GQ
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Perguntas Frequentes /r/Brasilbitcoin – Novos usuários, por favor, leiam!

Perguntas Frequentes /Bitcoin – Novos usuários, por favor, leiam!
Este post é para dar algumas dicas do que publicar ou não no /brasilbitcoin [http://www.reddit.com/brasilbitcoin]
Primeiro vamos começar com...
Mensagens para os moderadores
O uso de mensagem para moderadores (Modmail) é para:
O Modmail não é para:
Perguntas frequentes:
Publicações
Por favor não faça os seguintes tipos de publicações:
Acautelai-vos ao postar:
O que fazer se você ver…
Alguns bons guias os quais você deve dar uma olhada:
Por favor:
Obrigado por sua atenção. Poste com responsabilidade, vote em todas as publicações, viva e deixe viver, e se divirta.
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Brasileiro que usa moeda virtual bitcoin tem R$ 9.200 'sequestrados' por site de câmbio

No dia 28 de abril, o dono do site brasileiro de câmbio Mercado Bitcoin, Leandro Marciano César, postou uma mensagem no fórum bitcointalk.org dizendo aos usuários de seu serviço que estava enfrentando uma falha de segurança. No dia seguinte, disse que havia sido um ataque, "infelizmente bem sucedido."
Conheça o bitcoin, moeda virtual criada por um anônimo Análise: Moeda digital ainda precisa ser lapidada para diminuir riscos Desde então, o empresário André Horta, 29, não teve acesso aos 40 bitcoins (cerca de R$ 9.200) que confiava ao serviço. "Não acredito que eu venha a ser restituído", diz.
Leandro diz que "mais da metade" dos valores que estavam em sua posse (tanto em bitcoins quanto em reais) durante o incidente já foi devolvida. Ele promete os demais estornos para junho e julho.
Entusiastas do bitcoin disseram à Folha que o caso do Mercado Bitcoin se assemelha ao do golpe aplicado mundialmente por uma pessoa identificada como Pirateat40, que prometia com seu serviço dar lucro regular para os usuários e sumiu com estimados US$ 5 milhões.
Em julho do ano passado, a CVM (Comissão de Valores Mobiliários), que regulamenta o mercado financeiro no Brasil, suspendeu a atividade de outro serviço de Leandro, o Bitcoin Rain, que funcionava como um fundo de investimento não regulamentado --o que é proibido.
Esses são exemplos dos desafios que os responsáveis pela moeda digital enfrentam atualmente. "Precisamos trabalhar muito mais para impedir que as pessoas percam seus bitcoins, seja de forma acidental ou criminosa", diz Gavin Andersen, que lidera o desenvolvimento do projeto.
O LADO BOM DO BIT
Apesar de acreditar ter perdido dinheiro, Horta segue sendo um usuário (e um comerciante) assíduo de bitcoin. Cerca de 40% de sua renda atual, segundo ele, provêm da compra e da venda do dinheiro virtual.
Horta, que pôs à venda seu apartamento em Belo Horizonte por 607 bitcoins (único meio de pagamento que diz que aceitará), vai lançar um site de câmbio para a rede Bitcoin brasileira na semana que vem (bitcointoyou.com).
Já Keven Migotto, 18, prefere a "mineração" para participar da rede Bitcoin: o técnico em computação vai comprar componentes no valor de R$ 8.000 para montar um PC e, assim, conseguir mais moedas com a atividade. "Vai dar para ganhar uns R$ 400 por mês", diz.
Adam Levine, fundador do site Let's Talk About Bitcoin!, que discute em um programa de rádio on-line duas vezes por semana a moeda virtual, acredita que o bitcoin dá liberdade a seus usuários. "Pela primeira vez, indivíduos podem escolher entre a moeda de seu país ou a moeda do mundo conectado. Governos sempre terão seu lugar, mas a utilidade do bitcoin é inquestionável."
Sobre a complexidade do sistema, Levine diz: "Você não tem de entender como é criado um dólar para considerá-lo útil. Bitcoin é dinheiro tanto quanto qualquer outra moeda, afinal."
MINERAÇÃO
O consumo de energia elétrica causado pela mineração --processo que mantém a rede Bitcoin operando-- na quinta-feira passada foi de 1.320 megawatts/h, de acordo com o site Blockchain.
A energia seria suficiente para abastecer cerca de 197 mil residências paulistas, com base no balanço estadual referente a 2011.
Como essa eletricidade pode ser gerada a partir de fontes não renováveis, como combustíveis fósseis, a "Bloomberg" disse que o bitcoin é um "desastre", acusação rebatida pela "Forbes" --que afirma que a quantia é irrisória.
O consumo dos "mineradores" e de seus PCs pode ser visto usando o site
Texto YURI GONZAGA Fonte FOLHA
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Mineradoras Online de Bitcoin e outras Criptomoedas valem ... Montamos a sua Fábrica de Bitcoin (Mineradora de Bitcoin) com Antminer S9 em até 7 dias Veja como minerar Bitcoin no PC em 2020! Tutorial NiceHash ... Polícia apreende Mineradora de Bitcoin que minerava R$ 2 ... Força Tática localiza mineradora de bitcoins do PCC - YouTube

Os mineradores de Bitcoin são agentes que tornam a rede da criptomoeda sustentável, mantendo-a ativa o tempo todo a fim de conseguir, no final, recompensas em moedas. A ação dos mineradores de Bitcoin é fundamental, pois sem eles não há mais emissão de novas moedas, o que aumenta a escassez do ativo e faz com que não exista mais o ... Veja como minerar Bitcoin no Brasil, e se vale a pena. Queremos proporcionar a você, uma melhor experiência em nossa plataforma e estamos trabalhando para aprimorar os nossos serviços. Por isso vamos realizar uma manutenção programada no dia 23/10 (esta sexta-feira) a partir das 23h00 que vai durar até as 23h00 do dia 24/10. Encontre tudo para Minerador Bitcoin - Informática no Mercado Livre Brasil. Descubra a melhor forma de comprar online. Genesis Mining – é sem dúvidas o maior e mais confiável fornecedor de mineração Bitcoin nas nuvens. Use o código 1Heyzi para obter um desconto de 2,5%. A GM oferece 3 planos de mineração VITALÍCIOS (Lifetime) na nuvem, a partir de: – 24 dólares você compra 100 GH/s ($ 0.26 por GH/s) – 499 dólares você compra 2.000 GH/s ($ 0.25 por GH/s) Encontre Mineradora Asic Bitcoin no Mercado Livre Brasil. Descubra a melhor forma de comprar online.

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